quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Fechamento da Carteira de Investimentos de Setembro/21 (+0,61 % / -0,15 %)

  

 Bom dia colegas da Finasfera!

 

Esse mês de setembro atrasei um pouco a atualização da carteira. Confesso que a correria da semana, além da preguiça em atualizar todos os aportes e transferências de valores entre diferentes ativos me venceram e por isso vou postar uma atualização bem mais simplificada do que estou acostumado a publicar...Definitivamente preciso simplificar e automatizar mais coisas na minha planilha de controle...rsrs

Novo mês mas mesmo resultado do anterior: mais um mês de queda das bolsas e a lucratividade da minha carteira andando de lado, sendo a renda fixa responsável por "segurar a carteira". Nesse mês até os ETFs foram ruins (culpa do mercado imobiliário chinês), mesmo com a subida do dólar. 

No final, minha carteira cresceu 0,61 % considerando os aportes e, sem considerá-los, retração de 0,15% (mantendo a carteira anual com lucratividade abaixo da inflação, mesmo sem considerar a inflação em setembro que só é divulgada mais adiante). Abaixo a evolução da carteira em 2021 considerando em azul a evolução total da carteira (contando os aportes), em vermelho a evolução da carteira sem os aportes do mês e em amarelo a curva acumulada da inflação IPCA (sem o mês de setembro que ainda não teve seu valor divulgado).


 

 Gráficos de Acompanhamento do Patrimônio

 

A novidade na carteira é que voltei com a parcela em FIIs, tendo como objetivo final ficar com cerca de 10% da carteira em FIIs. Estou simplificando um pouco a carteira eliminando os fundos multimercados e alguns fundos de crédito privado. A idéia é distribuir os recursos a fim de manter uma proporção de 25% da carteira gerenciável (sem RE e PGBL) em ETFs no Exterior, 25% em ações BR, 40% em RF e 10% em FIIs. 

Do ponto de vista dos gastos mais um mês controlado. Algumas pequenas compras extras e um novo celular para a esposa. Consegui investir 45% do valor recebido.

No mês de setembro os investimentos foram focados nas ações, nos ETFs e na nova carteira de FIIs. As ações com o intuito de aproveitar as constantes quedas do mercado e os ETFs pois tenho a intenção de aumentar minha alocação no exterior. Continuo preocupado com o curto prazo no Brasil com as diversas crises internas e ainda cenário de eleição de 2022... Agora também confesso que estou preocupado com a reforma tributária acabar afetando bastante quem investe diretamente fora...Talvez passe a investir um pouco em fundos no Brasil que replicam ETFs ou BDRs para minimizar minha exposição diretamente fora (hoje estou com cerca de 25% fora).

Previsão preliminar para Outubro: Aumentar a carteira de FIIs e Ações BR...

Abaixo segue a alocação da carteira atual e por tipos ativos geral e considerando apenas a carteira gerenciavel.